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Cerca de 500 pessoas compareceram ao Gaijin-no Fest

O sábado começou com uma chuva forte que não deu tregua o dia inteiro. Um sábado antes da eleição, diga-se de passagem. Mas acima de tudo, um festival de música que virou a madrugada para um público que nem sempre pode ficar até tão tarde fora de casa. Mas parece que nenhum desses fatores foi um problema para o sucesso do evento.
As primeiras bandas a subir ao palco foram as que tocavam mais músicas pop rock, ficando para o final da noite as bandas mais pesadas. A ordem de apresentação foi a seguinte: Kanpai, Midnight ProjeKt, Black Heaven, Youkai, Khaos e Vanishing Vision. Antes da penúltima banda tocar aconteceu o concurso cosplay, que pareceu mais um concurso Gothic Lolita. A vencedora foi Pedrita Setenareski, que estava vestida de colegial (como a maioria dos concorrentes, aliás).
Nanael Matsumoto, idealizar do Gaijin-no Fest, conta que 500 pessoas foram ao Opera1. “Já estamos planejando uma nova edição, só que dessa vez com mais ou menos o dobro de bandas”, comenta. Os promoters Sérgio Mazul e Pedro Machado, da Neural Machine Produções, parecem realmente ter gostado do resultado do festival. De qualquer maneira, os organizadores alegam que o sucesso do evento já era algo esperado.
Bem, agora é torcer para que cada vez mais casas noturnas percebam o potencial tanto das bandas cover de j-music da região quanto do público que cresce cada dia mais. Afinal, quanto mais espaços para tocar, melhor!
(Fotos em breve, eu prometo)

Sobre o(a) autor(a)

Mylle Silva

Sou escritora, roteirista e artesã. Apaixonada pela cultura japonesa, vivo com ela uma relação de amor e ódio desde 1996. Tento sobreviver entre palavras (www.oficinadeescrita.com.br) e encomendas (www.nhom.com.br)

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