Chegou a hora de falar de coisa boa: o Hana Matsuri 2019 já tem data e local confirmados. O Natal Budista do Paraná acontecerá nos dias 13 e 14 de abril (sábado e domingo), no Parque São José, das 11h às 19h.

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O evento é uma realização do Templo Budista Jodoshu Nippakuji de Curitiba e, desde 2015, conta com o apoio da Prefeitura de São José dos Pinhais e da Secretaria de Cultura de SJP

Hana Matsuri 2019

O Natal Budista segue a tradição que iniciou em 2005. No sábado, às 14h, acontecerá o cortejo dos acólitos e distribuição de amamori (amuletos de proteção), seguido da cerimônia do Kambutsue (banho de chá doce no pequeno Buda).

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Como nas últimas edições, essa é uma versão resumida e aconchegante dos matsuri que acontecem no Parque Barigui. Por isso, tanto a feira de artesanato quanto a área de gastronomia são reduzidas.

Foto tirada por Talitha Bodnar

Sobre a origem do Hana Matsuri 2019

De acordo com a sua biografia, no momento de seu nascimento, uma música celestial ecoou pelos quarto cantos do universo e todos os seres que habitavam o mundo sentiram uma grande bem aventurança.

As flores desabrocharam mostrando todo o seu colorido e do céu caiu uma suave chuva de nectar.

Existem várias denominações para o Buda : Xaquiamuni, Oshakasama, Shakuson que significam “ pessoa venerável da família Shaka”.

O nascimento do Buda ocorreu há aproximadamente 2630 anos, no nordeste da India e quando criança era chamado de Sidharta Gautama.

Sidharta era filho de rei Sudhodana e da rainha Maya.

O seu nascimento é precedido por um fenômeno muito interessante.

Certa noite a rainha Maya teve um sonho estranho. Um elefante branco surgira e entrara em seu corpo através de sua axila direita.

Muitos interpretaram o sonho como um bom presságio, pois entendiam que em breve a rainha conceberia um filho.

Assim, os budistas do mundo inteiro fazem questão de incluir nas comemorações do nascimento do Buda a imagem de um elefante branco, pois ele é o mensageiro do seu nascimento.


Mylle Silva

Sou escritora, roteirista e artesã. Apaixonada pela cultura japonesa, vivo com ela uma relação de amor e ódio desde 1996. Tento sobreviver entre palavras (www.oficinadeescrita.com.br) e encomendas (www.nhom.com.br)

2 comentários

Juri Peixoto · 5 de abril de 2019 às 19:18

Poxa! De Novo! Muito fora de mão. Pra mim em todos esses anos o melhor Hana Matsuri até hoje foi o de 2009, no Bosque Italiano. Foi perfeito pois a parte pop ficou separada da tradicional, tinha bastante espaço para as barracas de comida separada das barracas de lembrancinhas, mangás, roupas e etc. Tinham 3 palcos, 1 pra as coisas de cultura pop e da otakada, um normal com karaoke normal, e 1 pra as apresentações tradicionais. A tendinha de saudação a buda fucava separado num lixal mais calmo, mas condizente com o significado original do festival q é comemoração do aniversário de Buddha e não uma fila no meio duma bagunça de gente falando enquanto outras tiram foto. Parece blasfêmia até! Rezo pra que voltem a fazer lá no Bosque Italiano infinitamente mais adequado nem q cobrem ingresso, q já ajuda a dar uma peneirada nos maus elementos apenas de passagem sem real unteresse no evento, e custear uma maior qualidade pro evento. Acho q é difícil por ser um local público mas de qualquer maneira fica a dica. Ou então em um lical privado mesmo com bastante espaço pra essa separação d parte pop otaku da tradicional japonesa e outros eventos aleatórios a cultura japonesa q andam sendo acrescentadas há um bom tempo nesses matsuris. Quando fui ano passado fiquei decepcionada q foi uma tendona no parque. Estava esperando q fosse um verdadeiro festival q usaria o parque inteiro e poderíamoas passear entre uma barraca e outra. Mas foi tudo concentrado. Fui disposta a ir nos 2 dias, acabei só ficando 3 horas no Sábado e desisti do domingão…

Mylle Silva · 8 de abril de 2019 às 20:29

Oi, Juri. Compreendo sua decepção, mas se tem um aspecto que sempre deixei bem claro sobre todos os matsuri organizados no Parque São José foi o tamanho reduzido do evento. Sempre aviso antes que é um evento beeeeem menor que os demais, então sua expectativa foi infundada. O que passou, passou. Hoje trabalhamos com o que temos.

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