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Missa em memória às vítimas de 11 de março de 2011

Missa em memória às vítimas de 11 de março de 2011
Missa em memória às vítimas de 11 de março de 2011 - tsunami no Japão e enchentes no litoral
Participe da cerimônia budista em memória às vítimas do tsunami que atingiu o Japão e a enchente que atingiu o litoral do Paraná em 11 de março de 2011
Missa em memória às vítimas de 11 de março de 2011
Missa em memória às vítimas de 11 de março de 2011 - tsunami no Japão e enchentes no litoral

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A Comunidade Budista de Curitiba realizará uma missa em memória às vítimas do tsunami que atingiu o Japão e da enchente que ocorreu no litoral do Paraná no dia 11 de março de 2011. A homenagem acontecerá dia 11 de março de 2012 (sab), às 14h46, data na qual os incidentes completam um ano. A celebração acontecerá na Biblioteca Hideo Handa, localizada na Praça do Japão, em Curitiba.

A cerimônia será iniciada com a apresentação de duas músicas compostas em memória às vítimas de 11 de março, compostas pelo grupo de tambor japonês Wakaba Taiko. As músicas foram intituladas Tsuchioto (O Som da Terra) e Kizuna Nippaku (Laços Entre o Japão e o Brasil).

Todos os interessados estão convidados a participar da cerimônia, não precisa ser budista muito menos ter olhos puxados – basta querer levar um pouco de amor e paz no coração.

11 de março de 2011: Um ano depois

Todos vimos que o Japão se reconstruiu muito rápido, em questão de semanas as ruas já estavam funcionando normalmente. Mas as marcas que ficaram nas pessoas que foram afetadas diretamente pelo tsunami ou tiveram que ser evacuados de suas casas por causa da radiação da usina nuclear Fukushima.

Claro que nada é mais importante do que a vida de cada um, mas também é complicado lidar com o fato de ter perdido tudo de uma hora para outra e mudar todo o estilo de vida. Por mais que o governo trabalhe para recuperar o que foi destruído, certas coisas não voltam mais.

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Uma das coisas mais importantes para os japoneses é o relacionamento com a vizinhança, chamado de 近所付き合い (kinjyozukiai). Um dos momentos mais emocionantes das minhas aulas de japonês no Japão foi quando a professora explicou como o governo teve o cuidado de realocar as pessoas da mesma vizinhança no mesmo lugar, uma vez que a situação já era muito difícil e separar relacionamentos de anos só pioraria as coisas. Além disso, os japoneses não costumam expressar o que realmente pensam e sentem com estranhos, sendo crucial manter os amigos próximos uns dos outros, se apoiando e ajudando.

Já sobre o litoral do Paraná, nada se sabe. Sei que não é o melhor espaço para dizer isso, mas a cada ano tem acontecido a mesma situação de enchente no Brasil, a imprensa toda vai lá na hora, as pessoas doam e três meses depois já cai no esquecimento. Não deixemos cair no esquecimento, as pessoas precisam de ajuda. Mandar boas energias é sempre um bom começo.

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Sobre o(a) autor(a)

Mylle Silva

Sou escritora, roteirista e artesã. Apaixonada pela cultura japonesa, vivo com ela uma relação de amor e ódio desde 1996. Tento sobreviver entre palavras (www.oficinadeescrita.com.br) e encomendas (www.nhom.com.br)

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